Graças à minha sogrinha, acabei de chegar a Évora para mais um fim-de-semana de descanso e namoro!
Foi assim de repente pela hora do almoço quando ela me ligou e nós prontamente aceitámos.
Tufas fiz a mala e rumámos ao interior! Já estou pró em fazer malas, venham muitas viagens destas que a malta não gosta nada!!!!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Pró no assunto!
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Feliz Natalinho!
Cá no trabalho, uma colega colocou isto nas secretárias de alguns:
Muito fofinha!
Feliz Natalinho para todos e tudo de bom, mesmo!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Já chegou!
O postal de Natal do Polar Post Crossing!!!
E é tão bom irmos à caixa do correio e haver um postal por lá...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
E eu sou considerada a "BoaDrasta"
Carta à madrasta da minha filha
Eu duvido que alguma vez me quisesses na tua vida. Eu duvido que tenhas planeado ser mãe de uma criança que não cresceu na tua barriga. Aposto que o teu plano para a tua família eras tu, o pai e os teus filhos. Não eu e minha filha. Quase que aposto que quando sonhavas em vir a ser mãe, imaginavas o dia em que se rebentavam as águas, ias para a maternidade e que o teu filho ia nascer. Aposto que não planeavas tornar-te mãe no dia em que te casaste com o teu marido.
Eu tenho certeza de que tu nunca planeaste eu estar aqui.
Mas Deus tem planos que se sobrepõem aos nossos… quando a minha família se desmoronou e formou duas pequenas famílias, eu sabia que, mais cedo ou mais tarde ias aparecer.
Imaginava que serias alguém sem qualquer interesse e que a minha filha nunca te iria aceitar! Imaginava-te pouco atraente e fútil, e que a minha filha nunca te daria uma chance. O pai dela ia acabar por ter de se contentar com esta situação. No fundo eu estava em negação, porque nunca quis encarar o fato de que, outra mulher tomaria o papel de mãe da minha filha, na minha ausência.
Então tu apareceste.
Quando te conheci, vou admitir que não eras, de todo, o que tinha em mente e senti uma ponta de ciúmes. Pensava que eras uma bruxa nojenta de meia-idade, meio repugnante. Mas afinal és jovem. E gira!
Fiquei um bocado frustrada.
Percebi pelo teu olhar que para ti foi tão difícil como para mim conhecermo-nos. O meu coração ficou mais calmo. Eu tinha realmente pensado em odiar-te. Como é que arruinaste o meu plano? Eu queria ter ressentimentos, ser rancorosa mas esses sentimentos rapidamente se desvaneceram, e eu senti-me grata por existires!
Teres aceite a nossa filha desde o início e ama-la de forma incondicional foi um verdadeiro presente para todos nós. Incluis a nossa filha em tudo que fazes e por isso ela sente-se amada e aceita-te de braços abertos. Consegues pôr a relação dela com o pai acima da tua e apenas uma mulher de armas sabe como fazer isto com tanta elegância.
Eu sabia que a partir do momento que decidimos divorciar-nos e começamos a viver separados, haveria momentos em que ela ia precisar da mãe e eu não ia estar lá. Estou tão agradecida por estares lá na minha minha ausência. Obrigada por teres paciência para aturar uma pré-adolescente e nunca a rejeitares. Ela precisa de uma mãe em casa e e tu está a fazer um trabalho incrível com ela.
Respeitaste a minha posição de mãe desde o início. Agradeço a forma como te preocupas em confirmar sempre comigo se estás a tomar a decisão certa com ela. Eu sei que a nossa relação é rara. É raro uma mãe e uma madrasta trocarem mensagens de texto sobre a filha, que reforcem a relação de respeito e confiança mutua. Tu foste e és uma bênção.
Por tua causa e pela coragem de seres mãe da nossa filha da mesma maneira que eu sou, ela vai ser uma mulher melhor. Ela vai crescer com mais amor que eu jamais poderia ter imaginado. Ela não tem culpa de ter pais divorciados. Eu também nunca quis isso para a minha filha, mas agora, eu sinto-me feliz que tenha quatro pais que a amam e respeitam. E também se respeitam mutuamente. Ela cresce a saber que quando se fecha uma porta abre-se uma janela.
Eu não te vejo apenas como a pessoa que preenche um espaço quando eu não estou lá. A vossa relação vai para lá dos dias em que ela está no pai. Ela fica animada para te telefonar e contar histórias quando está em minha casa e isso faz-me saltar o coração do peito de alegria. Encho-me de orgulho quando nos encontramos e me apertas num abraço genuíno e amoroso.
Tenho a noção de como é a vida de uma criança quando uma mãe não aceita emocionalmente a madrasta de seu filho na sua vida. A sensação de gratidão transborda em mim por sermos capazes de superar qualquer coisa assim e fazer o que é realmente certo para a nossa filha. Obrigada por tua maturidade e pelo empenho em criar a nossa filha.
Comprometo-me a respeitar sempre o teu contributo para com a nossa filha. Prometo nunca menorizar o papel que tens na sua vida ou fazer com que não te sintas como mãe dela. Comprometo-me a ser sempre agradecida por sermos duas mulheres fortes e corajosas na vida dela, pois temos a coragem de sermos mãe ao mesmo tempo. Apesar na nossa situação ser tranquila, eu rezo a Deus para que ela não passe por isto na sua vida adulta, mas se por acaso isso acontecer, eu prometo dar-lhe o exemplo de como criar um filho de pais separados.
Mulheres como tu, não há muitas.
Obrigada, e Deus te abençoe.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Conseguiiiiiiii!
O meu objectivo master de este ano, que era acabar de pagar o meu carro, para me livrar das prestações e juros e o raio-que-os-parta!
Pois é, um dia acordei com a minha conta bancária mais rica e passado umas horas já me tinha livrado dessa quantia para o bem dito carrito...
Finalmente, agora é só tratar da papelada e burocracia para passar para o meu nome (e o estado abusa no valor que vou ter pagar, mas enfim).
Fiquei tão feliz!
É tão bom realizar sonhos!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Sem tirar nem pôr!
Clara Ferreira Alves, Expresso, 22 de Novembro: "(...) não
gosto de José Sócrates. Nem desgosto. Sou indiferente à personagem."
Sérgio Figueiredo, Diário de Notícias, 24 de Novembro: "Gosto de
Sócrates". Pedro d'Anunciação, Sol, 26 de Novembro: "(...) não se pense
que eu simpatizo especialmente com Sócrates." António Cunha Vaz, Diário
de Notícias (Madeira), 27 de Novembro: "Não gosto mesmo de Sócrates."
Vasco Pulido Valente, Público, 28 de Novembro: "Nunca gostei da
personagem política José Sócrates". Pedro Marta Santos, Sábado (online),
28 de Novembro: "Não gosto do político José Sócrates." Elina Fraga, 29
de Novembro: "Posso odiar Sócrates, mas tenho de me bater para que ele
beneficie do direito de se defender." Teresa de Sousa, Público, 30 de
Novembro: "Não gosto nem desgosto de Sócrates."
A este levantamento faltam muitas declarações feitas em órgãos de comunicação social e ainda mais declarações feitas no âmbito de conversas mantidas em snack-bares. Quando o assunto é José Sócrates, quase ninguém prescinde de registar uma declaração de interesses afectivos. O facto de esta declaração de interesses não ter interesse nenhum é muito interessante. Sócrates foi detido e acusado de crimes graves, e vai ser julgado por isso. A afeição que uns lhe têm e outros deixam de ter é irrelevante. O que está em causa aqui não é a prática política (que já foi julgada em 2005, 2009 e 2011) nem a personalidade (para a qual, felizmente, não há tribunais, caso contrário eu estaria há muitos anos na Carregueira). A sentença é independente da simpatia ou antipatia que um réu desperta. Há criminosos que são seres humanos adoráveis (nos filmes, é raro haver um recluso que não seja encantador), e há péssimas pessoas que nunca praticaram ilegalidades. Ser simpático não livra ninguém da cadeia, e ser um energúmeno não é ilegal (e ainda bem, caso contrário eu estaria há muitos anos na Carregueira).
Mas o mais interessante é a excepcionalidade desta manifestação maciça de amor e desamor. Não ocorre a ninguém dizer o mesmo de outros réus ("não se pense que eu simpatizo especialmente com Manuel Palito"), nem mesmo de outros antigos políticos que são agora réus ("posso odiar Duarte Lima, mas tenho de me bater para que ele beneficie do direito de se defender"). Na verdade, ninguém odeia Duarte Lima. Nem mesmo os que já o ouviram tocar órgão. E também ninguém ama Duarte Lima. Sobretudo os que já o ouviram tocar órgão. Mas José Sócrates, ao que parece, conseguiu penetrar no universo dos afectos. Não no meu, devo dizer. Guardo a minha afeição para um conjunto de coisas realmente importantes, ao qual não pertencem actuais ou antigos primeiros-ministros. Eu gosto, por exemplo, de arroz doce. Mas não se pense que simpatizo especialmente com gelatina. No entanto, se uma taça de gelatina ou um prato de arroz doce forem acusados de corrupção, branqueamento de capitais e burla agravada, espero que tenham um julgamento justo. Não virei para a rua gritar que o arroz doce é inocente e que a gelatina nunca me enganou.
A este levantamento faltam muitas declarações feitas em órgãos de comunicação social e ainda mais declarações feitas no âmbito de conversas mantidas em snack-bares. Quando o assunto é José Sócrates, quase ninguém prescinde de registar uma declaração de interesses afectivos. O facto de esta declaração de interesses não ter interesse nenhum é muito interessante. Sócrates foi detido e acusado de crimes graves, e vai ser julgado por isso. A afeição que uns lhe têm e outros deixam de ter é irrelevante. O que está em causa aqui não é a prática política (que já foi julgada em 2005, 2009 e 2011) nem a personalidade (para a qual, felizmente, não há tribunais, caso contrário eu estaria há muitos anos na Carregueira). A sentença é independente da simpatia ou antipatia que um réu desperta. Há criminosos que são seres humanos adoráveis (nos filmes, é raro haver um recluso que não seja encantador), e há péssimas pessoas que nunca praticaram ilegalidades. Ser simpático não livra ninguém da cadeia, e ser um energúmeno não é ilegal (e ainda bem, caso contrário eu estaria há muitos anos na Carregueira).
Mas o mais interessante é a excepcionalidade desta manifestação maciça de amor e desamor. Não ocorre a ninguém dizer o mesmo de outros réus ("não se pense que eu simpatizo especialmente com Manuel Palito"), nem mesmo de outros antigos políticos que são agora réus ("posso odiar Duarte Lima, mas tenho de me bater para que ele beneficie do direito de se defender"). Na verdade, ninguém odeia Duarte Lima. Nem mesmo os que já o ouviram tocar órgão. E também ninguém ama Duarte Lima. Sobretudo os que já o ouviram tocar órgão. Mas José Sócrates, ao que parece, conseguiu penetrar no universo dos afectos. Não no meu, devo dizer. Guardo a minha afeição para um conjunto de coisas realmente importantes, ao qual não pertencem actuais ou antigos primeiros-ministros. Eu gosto, por exemplo, de arroz doce. Mas não se pense que simpatizo especialmente com gelatina. No entanto, se uma taça de gelatina ou um prato de arroz doce forem acusados de corrupção, branqueamento de capitais e burla agravada, espero que tenham um julgamento justo. Não virei para a rua gritar que o arroz doce é inocente e que a gelatina nunca me enganou.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
O fim-de-semana em fotos!
A chegada ao Marvão: cidade muito gira dentro das muralhas do castelo
O Castelo iluminado
O Hotel Rural, com quartos com nomes de Reis e Rainha!
De manhã, com aquele nevoeiro mítico
A vista do terraço do Hotel, com 7º graus (ai que frio)
Para aquecer, só um bom digestivo no Café Lounge
No Lounge, sempre na companhia de lareira, música anos 80 e este lindo papagaio que nunca se calava!
Vista do terraço panorâmico do restaurante, onde a gastronomia típica é de comer e chorar por mais!
Em castelo de vide, apesar do sol continuava um frio de rachar!
Ainda fomos a Nisa comprar queijo e aviar deste néctar fantástico!
A caminho de casa...com saudades e promessas de mais fins-de-semana como este!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Quem tem uma sogrinha como a minha, tem tudo!
Ora a senhora trabalha num hotel, mexe por lá os cordelinhos e vai arranjado vouchers.
E então, para onde vamos já hoje passar um excelente fim-de-semana?
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Daquelas coisas #16
Ontem fez-se luz e assim de repente disse ao mais-que-tudo:
Eu: Ó queridooooo, sabias que já posso ser mãe?
Ele: Ai sim? Porquê?
Eu: porque primeiro já sei fazer sopas, e diga-se de passagem que são bem boas, e depois porque já gosto de vinho do porto!!!!!!
A reacção dele, claro está, foi rir-se às gargalhadas na minha cara! Nem eu estava à espera de outra coisa!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Eu tenho #9
Vários puzzles, quase todos da mesma marca, pois é a única que adoro mesmo porque quase todos brilham no escuro!
Há imensos anos que faço puzzles de 1000 e 2000 peças. Adoro mesmo e tenho alguns pendurados! Mas às tantas, os gatos lá em casa não me deixavam fazê-los em paz e as peças eram mais um brinquedo para aquelas patinhas marotas! Então passei uns quantos anos (5 ou 6) sem tocar nos meus puzzles. Na semana passada deu-me o bichinho e fui buscar uma caixa ainda fechada e este é o resultado:
Está quase!!!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Seriously?
Depois de um fim-de-semana com muito sol e muita lareira, hoje estou com as extremidades geladas (pés, mãos e nariz)!
Não há direito...
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Da medicina...mais uma vez...
Há certas coisas que me acusam impressão, e impressão é favor.
A medicina no trabalho é uma delas. Nunca confiei muito nos resultados desta carrinha que cá vem à porta, com médicos diferentes a cada ano, estrangeiros e que não me inspiram nenhuma confiança.
Nos anos passados, os valores de colesterol/glicémia/tensão/electrocardiograma andavam ela por ela apesar de que os valores que eu tinha em análise feitas ao sangue e em jejum fossem sempre um pouco diferentes.
Mas desta vez foi um caos.
Eu disse-lhes o meu peso, e como emagreci imenso andei constantemente a fazer análises e sei dos meus valores. Ora dizem-me que o colesterol está a duzentos e tal (mentira porque eu tenho a cento e tal), a glicémia já nem me lembro mas a tensão dava 13/8 e aí eu desmanchei-me a rir. Então eu, que de há uns meses para cá ando sempre com a tensão super baixa, vêm-me estes tipos dizer que está boa? E nem café eu tinha bebido! Ao que o médico respondeu logo: está a dizer-me que estas máquinas não são boas? Eu prontamente disse que sim, mas que não iria dizer mais nada (até porque isto não interessa para nada, a não ser burocracia parva).
O certo é que a seguir ouço os meus colegas a reclamarem e a dizerem que têm a tensão super elevada com valores de 15, 16 e 18, wtf? Será que não se dão conta? Ou a malta daqui é toda acelerada e TODOS tê a tensão alta?
Apetece-me tanto mandá-los à merda.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Ai jasus que lá vou eu!
Socorrrrrrrrrrrroooooooooooooooo o que é que aconteceu às imagens aqui do meu cantinho?
Alguém me ajuda?
Actualização:
Já consegui! Foi um problema com sincronizações de Picasa/Google+/Drive
Mas-que-confusão-do-caraças...
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